23 de fevereiro de 2013

Dicas para uma boa maquiagem para os olhos


22 truques de maquiagem para os olhos


Aliada indispensável da beleza feminina, a maquiagem tem vários segredinhos. Com produtos específicos e técnicas corretas é possível valorizar os olhos. Sabe aquelas dicas que só os profissionais conhecem e fazem toda a diferença na hora do make?
Confira :
1 - A sombra não precisa combinar com a roupa, mas é necessário existir uma harmonia. Por exemplo, se o look é supercolorido ou floral, a sombra deve ser neutra para equilibrar o visual.
2 - Para não carregar muito na cor da sombra, aplique-a aos poucos, esfumando até chegar ao tom desejado.
3 - Uma forma fácil e bonita de usar sombras é eleger duas tonalidades (uma clara e outra escura) e aplicar a mais clara no canto interno e a mais escura no externo, criando uma fusão, sem contrastes entre elas.
4 - Para o ambiente de trabalho, prefira sombras em tons mais neutros, como marrom, pérola e rosa queimado. Deixe as cores fortes e os brilhos para as festas e baladas.
5 - Uma boa dica para fazer a sombra durar mais é passar primeiro uma camada de sombra cremosa (em bastão, por exemplo) e aplicar por cima a compacta.
6 - Também vale umedecer levemente o pincel na água antes de aplicar o produto. Além de fixar melhor a sombra, o truque torna sua cor mais intensa.
7 - Quem tem olhos proeminentes deve evitar sombras coloridas e cintilantes. As cores neutras e quase sem brilho são as mais indicadas.
8 - Outra opção é aplicar sombra clara abaixo das sobrancelhas e uma sombra escura sobre as pálpebras.
9 - Experimente substituir a sombra por gloss. O make fica supermoderno.
10 - Antes de usar o curvex, esquente a parte da borracha com o secador. Assim ele vai modelar os cílios ainda mais. 
11 - Para delinear os olhos sem borrar, faça o traço antes com lápis preto ou marrom, e só então passe o delineador.
12 - Coçou o olho e borrou a sombra cremosa? Use o próprio acúmulo do produto que fica nas dobras da pálpebra para retocar o make.
13 - Loiras devem evitar sombras azul-celeste, pois o tom envelhece o olhar.
14 - Ruivas ficam bem com sombras nos tons de verde, azul-marinho e marrom, mas devem evitar os rosados.
15 - Para aproximar os olhos, o ideal é aplicar um tom de sombra mais escuro nos cantos internos e próximo à raiz dos cílios, clareando em direção ao canto externo.
16 - Já quem tem olhos muito juntos deve usar sombra mais clara ou até com um pouco de brilho no canto interno, e ir escurecendo ao se aproximar do externo.
17 - Se você tem olhos caídos, use sombra escura do canto interno até o externo, subindo em direção ao final da sobrancelha. Evite delinear o contorno dos olhos.
18 - Quem tem olheiras deve abandonar as sombras azuis, que tornam o problema mais evidente.
19 - A maquiagem não precisa seguir sempre as mesmas regras. Crie um look contemporâneo misturando olho metalizado com traço puxado (bem anos 1970) a uma boca opaca clara (herança dos anos 1960).
20 - Para fazer um olho esfumado perfeito, passe primeiro sombra bronze-escuro em toda a pálpebra e esfume. A seguir, aplique sombra preta rente aos cílios, já marcado previamente com lápis ou delineador, e esfume novamente.
21 - Exibir cílios longos e volumosos exige paciência. Aplique uma camada de máscara, espere secar, aplique outra e continue… Faça isso até chegar ao resultado esperado.
22 - Está em dúvida quanto à cor da sombra? Use os tons de marrom. Não tem erro!

Fonte:http://todateen.uol.com.br/toda-diva-make/22-truques-de-maquiagem-para-os-olhos/

22 de fevereiro de 2013

Síndrome do olho seco


 A lágrima, ou filme lacrimal, é um líquido produzido pelas glândulas lacrimais. Ela é composta por água, sais minerais, proteínas e gordura, com a função de lubrificar, limpar e proteger o olho das agressões causadas por substâncias estranhas ou micro-organismos.
Uma anomalia na produção ou na qualidade da lágrima pode provocar o ressecamento da superfície do olho, da córnea e da conjuntiva. Essa condição é conhecida como a síndrome do olho seco, que acomete especialmente as mulheres mais velhas.
Causas
Entre as causas da síndrome do olho seco destacam-se:
* Função reduzida das glândulas lacrimais e perda do componente aquoso da lágrima como consequência do envelhecimento, de doenças sistêmicas e autoimunes (síndrome de Sjögren, artrite reumatoide, lúpus, etc.), do uso de certos medicamentos, entre outros os antidepressivos, os antialérgicos, os betabloqueadores;
* Evaporação excessiva provocada por fatores ambientais (ar condicionado, vento, clima quente e seco, fumaça,etc.);
* Anormalidades nas pálpebras.
Sintomas
Os principais sintomas são secura, vermelhidão, coceira, ardor, sensação de corpo estranho e de “areia” nos olhos. Nos quadros mais graves, fotofobia, dificuldade de movimentar as pálpebras e maior produção de muco são também sinais da síndrome.
Diagnóstico
O diagnóstico é basicamente clínico, mas pode-se contar com o exame da lâmpada de fenda e o teste de Shirmer para avaliar o nível de produção de lágrimas.
Tratamento
O tratamento da síndrome do olho seco é feito com a aplicação de lágrimas artificiais, ou seja, de lubrificantes oculares, sob a forma de colírio ou pomada. Eles ajudam a aliviar os sintomas e, geralmente, não costumam ter efeitos adversos. É indispensável, porém, identificar e controlar as causas do distúrbio.
Recomendações
* Pessoas com a síndrome dos olhos secos podem necessitar de cuidados especiais para adaptar-se ao uso de lentes de contato;
* Diante do computador ou da TV, a tendência é piscar menos. Consequentemente, o filme lacrimal não é distribuído com regularidade sobre a superfície dos olhos e sua lubrificação fica comprometida;
* Portadores da síndrome do olho seco precisam de acompanhamento oftalmológico mais frequente. Sem tratamento, podem ocorrer lesões na córnea que comprometem a qualidade da visão temporária ou definitivamente.
Fonte: www.drauziovarella.com.br

30 de abril de 2011










O que é conjutivite ?

Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar seqüelas.

Quais as principais causas?
· Contaminação do olho com bactérias ou vírus. Os dois tipos de infecção são contagiosos. As virais são as que mais freqüentemente causam epidemias.
· Irritação química é outra causa de conjuntivite. Os causadores podem ser a poluição do ar, sabonetes, spray, maquiagens, cloro, produtos de limpeza, etc.
· Alguns indivíduos apresentam conjuntivite alérgica (sazonal), devido a alergia a polens.

Como a conjuntivite é transmitida?

Pode ser através do contado direto com secreções oculares de uma pessoa infectada transmitidos principalmente pelas mãos, por toalhas, cosméticos ou indiretamente por meio de instrumentos, superfícies ou soluções contaminadas. É muito comum a contaminação dentro do meio familiar, isto é, o contato direto e indireto de um indivíduo infectado com outro da mesma família.

Quais são os sintomas?

A combinação de vários sintomas pode estar presente na conjuntivite como: coceira, olhos avermelhados e lacrimejando em excesso, visão embaçada e sensível à claridade, inchaço das pálpebras, e ainda pode ocorrer também dor de cabeça, mal-estar geral e inflamação nos gânglios.


Quais são os métodos preventivos?

Evitar por as mãos nos olhos e mantê-las sempre limpas. Por ser uma doença transmitida através do contato com qualquer coisa contaminada, os cuidados com a higiene devem ser rigorosos.

Não compartilhar travesseiros, toalhas de rosto e de banho, sabonetes, óculos, maquiagem ou qualquer outro objeto de limpeza.

Limpar os olhos somente com materiais descartáveis.


Não freqüentar ambientes coletivos como shoppings, cinemas, piscinas e praias.

Os pacientes devem ser afastados do ambiente de trabalho e escola para evitar a cadeia de transmissão da doença, por um período de 15 dias.

Procurar um Oftalmologista a mais breve possível .

2 de abril de 2011

O Que você faz quando encontra uma pessoa cega?


Seguem algumas instruções para quem for auxiliar uma pessoas cega. Elas são fáceis e simples de executar!

SE VOCE ANDA COM ELA: Deixe que ela tome seu braço. Não a empurre e, pelo movimento de seu corpo ela saberá o que fazer.

SE VOCE COME COM ELA: Leia-Ihe o menu e os preços. Se ela desejar auxílio corte-Ihe a carne, adoce o café e explique-Ihe a posição dos alimentos no prato.

SE VOCÊ CONVERSA COM ELA: Fale sempre diretamente com ela, nunca através de seu companheiro, pois uma pessoa cega poderá ouvir tão bem ou melhor que você.

SE VOCE A AJUDA A SENTAR-SE: Coloque a mão da pessoa cega sobre o braço ou espaldar da cadeira e ela será capaz de sentar-se facilmente.

SE VOCE VIVE OU TRABALHA COM ELA: Nunca deixe uma porta entreaberta. Avise se a mobília for mudada de lugar.

SE VOCÊ A ORIENTAR: Dê direções do modo mais claro possível, diga DIREITA ou ESQUERDA, de acordo com o caminho que ela segue.

SE ELA ESTÁ SOZINHA: Identifique-se sempre ao entrar num aposento onde se encontra uma pessoa cega sozinha.

SE VOCE FOR A UM LUGAR ESTRANHO COM ELA: Diga-Ihe muito discretamente, onde as coisas estão colocadas no aposento e quais as pessoas presentes: Se estiver em uma festa, veja se ela encontra amigos para conversar, de modo que se divirta tanto quanto você.

Pratique a solidariedade!

18 de setembro de 2010

Alerta com os olhos no verão


Com a chegada do Verão e as férias, as pessoas ficam em contato com excessiva claridade, sol, cloro, ar condicionado e areia, agentes irritantes dos olhos e que podem causar problemas de visão.

Cuidados necessários

Alguns cuidados são necessários com os olhos nesse período de verão e férias. Pode parecer bobagem, mas até o sol pode trazer problemas.A excessiva claridade pode provocar reações como a Ceratite Actínica, onde a córnea fica machucada, provocando nos olhos a sensação de desconforto, como se tivesse um visco, porém sem secreção, além de provocar vermelhidão.

Em casos mais graves, quando a pessoa recebe diretamente nos olhos os reflexos de um espelho usado por outra pessoa, ou olha diretamente para o sol sem proteção, os raios ultravioletas podem provocar queimaduras na retina, ocasionando permanentemente a diminuição da visão ou mesmo a cegueira.

Fique atento também para a Toxocaríase, transmitida pela areia da praia contaminada por fezes de filhotes de cães.

Uma das formas de diminuir a sensação de desconforto,é usar sempre óculos escuros quando houver excesso de claridade, colírio de lágrima artificial e colírio de nitrato de prata, que são adstringentes e trazem bem estar e saúde aos olhos.

Outra recomendação é que todos devem usar filtro solar ao redor dos olhos e quando a noite chegar, usar sabonete neutro para retirar o produto, uma vez que o filtro ficando permanentemente na pele pode favorecer as conjuntivites.

Alerta
Deve-se evitar ficar em local frequentado por cães filhotes, porque eles transmitem pelas fezes a Toxocaríase. Essa doença afeta os olhos das pessoas com infecção na retina, afetando a mácula, responsável pela visão central. A pessoa afetada fica com apenas 10% de visão, sem possibilidade de melhora.Esta doença é principalmente transmitida por cães filhotes.

Kit básico para verão
Outra recomendação é que ao sair de férias no verão, todas as pessoas devem ter uma pomada hidratante oftálmica ou usar um creme hidratante que não contenha álcool. Óculos de sol, com comprovada eficácia na filtragem dos raios ultravioletas, sabonete neutro, protetor solar, creme hidratante para a noite, colírio de lágrima artificial e colírio de nitrato de prata são alguns itens importantes para se levar na bagagem de férias.

20 de agosto de 2010

Inverno: Olhos ficam mais vulneráveis durante a estação


A estação de inverno começou e você precisa saber como cuidar dos seus olhos.
Dentre os fatores que estimulam a manifestação de doenças oculares nessa época do ano estão a queda de temperatura, a baixa umidade e o resfriamento do ar. Pessoas com alergias devem evitar o uso de cobertores que soltam pêlos. É recomendável também, antes da chegada do inverno, fazer a lavagem e a secagem ao sol de mantas, cobertores e blusas de lã guardadas por muito tempo. Para prevenir o surgimento da Síndrome do Olho Seco e das conjuntivites alérgicas, é preciso que as pessoas evitem o acúmulo de poeira em casa, durmam em locais arejados e umedecidos e evitem ambientes climatizados. Os usuários de lentes de contato, por exemplo, devem evitar o uso de lentes de alta hidratação, devem lubrificar, preventivamente, os olhos e devem redobrar os cuidados com a higiene palpebral.

Síndrome do Olho Seco

Sensação de estar com "areia nos olhos", peso nas pálpebras, olhos vermelhos, embaçamento da visão ao fazer algum tipo de esforço visual e sensibilidade à luz aumentada... Quem apresentar algum destes sintomas durante o inverno deve ficar atento e procurar um oftalmologista, pois pode estar sofrendo com a Síndrome do Olho Seco, que, na verdade, é uma deficiência na qualidade e/ou na quantidade de lágrima que o organismo produz.Este tipo de problema ocular é muito comum na estação mais fria do ano, mas, por ter causas multifatoriais, pode ser confundido com outros distúrbios como infecções ou alergias oculares.

No outono e no inverno, o clima seco e o aumento da poluição, ou seja, fatores ambientais são a maior causa do aparecimento do olho seco. A doença se manifesta mais facilmente devido à baixa umidade do ar, a ambientes com calefação e ao ar condicionado. Usuários de computadores que, em frente ao monitor, diminuem o reflexo do piscar também podem ser vítimas da doença. O uso inadequado de lentes de contato e algumas cirurgias oculares ou de pálpebra também podem causar a síndrome ou induzi-la, ainda que transitoriamente.

A Síndrome do Olho Seco não escolhe seus alvos por sexo. No entanto, as alterações hormonais femininas geradas na pós-menopausa podem ser desencadeantes do seu surgimento. Tabagismo e distúrbios alimentares também podem levar ao aparecimento do problema.Entretanto, pessoas com doenças inflamatórias como reumatismo, doenças hormonais como diabetes mellitus ou distúrbios da tireóide apresentam a Síndrome do Olho Seco com mais freqüência. Preventivamente, estes grupos devem procurar o oftalmologista, pelo menos uma vez por ano, para prevenir complicações.

A Síndrome do Olho Seco pode causar desde inflamação até a úlcera de córnea, além de infecções oportunistas, problemas que, em alguns casos - "ainda que muito raramente, podem levar a redução da visão.

Função das lágrimas

As lágrimas representam o mecanismo natural do organismo para proteger a superfície ocular contra infecções e efeitos maléficos da sujeira e da poeira. Elas ajudam a estabilizar a superfície corneana para que a visão permaneça clara e sem distorções.Uma produção adequada de lágrimas é importante para a manutenção da saúde, do conforto e da capacidade de controle de infecções do olho.Quando o organismo não produz lágrimas suficientes para realizar essas funções, é necessário usar colírios que ajudem a umidificação dos olhos.

A causa da Síndrome do Olho Seco é o fator determinante para definir o tratamento correto para cada caso, que poderá ser baseado em reposição ou conservação de lágrimas.O oftalmologista é o profissional adequado para detectar a causa da doença e orientar sobre o seu tratamento.A automedicação e o uso indiscriminado de colírios são prejudiciais e, normalmente, causam um agravamento do quadro clínico. O diagnóstico da Síndrome do Olho Seco é feito por meio da história clínica do paciente, pelo exame físico, pelo exame ocular cuidadoso e por provas clínicas da função lacrimal. O tratamento é paliativo. Nos casos de doenças sistêmicas, quando o problema é diagnosticado auxilia o tratamento da doença ocular.

Pode-se tratar o olho seco por meio de:

-uso de lubrificantes, preferencialmente sem conservantes;

-preservação da lágrima, por meio da higiene ocular e em ambientes úmidos;

-oclusão dos pontos lacrimais, com plugs definitivos ou provisórios;

-tarsorrafia, que é a diminuição palpebral cirúrgica;

-estimulação da produção lacrimal;

-antioxidantes, como o óleo de linhaça.

Conjuntivites alérgicas

No outono/inverno são comuns também as conjuntivites alérgicas.Deve-se, mais uma vez, tomar um cuidado especial com o tratamento das doenças sistêmicas, pois tratando da doença sistêmica, a manifestação ocular da doença será menos intensa.A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, uma membrana delgada e transparente que reveste a parede do globo ocular e das pálpebras.Em geral, a doença acomete os dois olhos, perdura de uma semana a 15 dias, mas não costuma deixar seqüelas.
A doença, que incomoda e interfere na vida social do indivíduo tem como principais sintomas:

-Olhos vermelhos e lacrimejantes;
-Pálpebras inchadas;
-Sensação "de areia" ou de corpo estranho nos olhos;
-Secreção;
-Coceira.

Tipos de conjuntivite

A conjuntivite infecciosa pode ser causada por vírus, bactérias fungos ou protozoários. A conjuntivite não-infecciosa é provocada por agentes externos irritantes que podem dar origem à conjuntivite alérgica, química ou traumática.É oportuno esclarecer que somente o oftalmologista pode fazer o diagnóstico correto do tipo de conjuntivite de cada paciente antes de prescrever o tratamento adequado.

Automedicação não é uma solução mediável:ao suspeitar de conjuntivite,não deve-se sair por aí, comprando remédios indicados por amigos. A indicação de qualquer remédio só pode ser feita por um oftalmologista. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro de inflamação.
De uma maneira geral, quem está acometido pela conjuntivite deve redobrar os cuidados com a higiene dos olhos e das mãos. Lavar bem os olhos e fazer compressas com água gelada - que deve ser filtrada e fervida - ou com soro fisiológico ajudam a aliviar os incômodos causados pela doença. Se a pessoa acometida pela conjuntivite fizer uso de lentes de contato,o mais sensato é suspender o uso e utilizar os óculos até que a inflamação seja curada.

Uma vez diagnosticada a provável causa da conjuntivite, o oftalmologista pode prescrever o tratamento adequado. Se esta tiver origem bacteriana, utiliza-se a antibioticoterapia, se a causa for virótica, emprega-se o tratamento para alívio dos sintomas, bem como hábitos especiais de higiene, ajudando desta forma, a controlar o contágio e a evolução da doença.

Para prevenir a transmissão da conjuntivite, enquanto estiver doente, são recomendadas as seguintes precauções:

Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são meios importantes para a transmissão de microorganismos;

Aumente a freqüência de troca de toalhas ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos;

Não compartilhe toalhas de rosto;

Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise;

Lave as mãos antes e depois do uso de colírios ou pomadas e, ao usá-los não encoste o bico do frasco no olho;

Não use lentes de contato enquanto estiver com conjuntivite, ou se estiver usando colírios ou pomadas;

Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza;

Evite coçar os olhos para diminuir a irritação;

Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes;

Evite a exposição a agentes irritantes (fumaça) e/ou alérgenos (pólen) que podem causar a conjuntivite.

FONTE: IMO

1 de agosto de 2010

Como é um exame oftalmológico

O oftalmologista é o médico que realiza diversos testes de visão e analisa os olhos para se certificar de que não haja problemas na retina ou na córnea. Em caso de deficiência visual, ele prescreve lentes corretivas e fornece as explicações necessárias.

A importância do exame oftalmológico:

O exame oftalmológico é uma avaliação dos olhos, pálpebras e vias lacrimais que tem particular importância em determinadas etapas da vida. Nos bebês deve-se verificar o clarão pupilar para identificar precocemente algum problema de visão. Já as crianças precisam fazer exames oftalmológicos com regularidade para detectar eventuais deficiências, que podem prejudicar o aprendizado escolar.

Outra etapa em que o exame se torna inevitável ocorre em torno dos 40 anos de idade. Com a passagem do tempo, percebemos falhas na visão para perto e os textos com letras pequenas ficam difíceis de serem lidos. São os sintomas da vista cansada (ou presbiopia), que pode ser corrigida com as modernas lentes Varilux, que oferecem características adequadas a cada situação, contribuindo para o aumento do conforto visual.

O exame oftalmológico de rotina deve abranger diversos itens. Em primeiro lugar, uma avaliação externa para verificação da normalidade das pálpebras e do segmento anterior do olho. Depois, o teste da refração – optometria - que dará o grau do paciente, permitindo verificar a gravidade da deficiência. Já o exame do fundo de olho serve para uma análise sumária da retina e do nervo óptico, encontrando alterações relacionadas com outras doenças, tais como diabetes, hipertensão artesanal.

Outro item imprescindível no exame oftalmológico é a tonometria (medida de pressão ocular). Hoje está provado que o maior fator de risco no desenvolvimento do glaucoma é a pressão ocular elevada, principalmente em pacientes que tenham antecedentes familiares da doença.

O glaucoma atinge cerca de 2% da população, e por não ter manifestações aparentes, pode levar à cegueira, caso não seja tratada.

O exame oftalmológico, por suas ligações com a clínica médica, a neurologia e outras especialidades, é um elemento importante para o diagnóstico e acompanhamento de diversas doenças.